
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Quanto dura a bateria de um iPhone
Depois que adquiri um iPhone, passei a questionar os pontos fortes e fracos de quem também tem...bom eu realmente não tive sorte em pegar um cuja bateria, mesmo em standby, dura menos de cinco horas. Um camarada me disse que o dele passa a noite carregando e dura o dia todo, carrega toda a noite. Um conhecido do husband disse q a dele dura quatro dias sem navegar na internet. Bom...me deram a dica de:
- diminuir a luminosidade do visor
- desabilitar busca por rede
- desabilitar bluetooth
- apertar rapidamente liga/desliga depois que usar pra diminuir tempo de visor ligado
Boa sorte pra você se der certo porque eu, por falta de assistência tecnica da apple, quando o celular é comprado em operadora, e está na garantia, só mandando de volta pra gringa e aguardandoooooo, aguardandoooo, voltar.
Aproveitando o post vou dizer que um troço com tanta integração com outras tecnologias, não oferece um update completo transformando meu 3G em um recem lançado 3GS.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
A história do morro do boi sob o aspecto do que eu acho ou deixo de achar
Monik Pegorari, de 23 anos, e Osíris Del Corso, um ano mais novo, subiram o morro, conforme combinado com quem veio mais tarde os atacar. Era pra pegar mais erva que, em pleno final de janeiro, a procura é maior que a oferta. A última aquisição não havia sido paga, então quem os atacou e matou Osíres, que aqui vamos chamar de `atacador`, propos dar umazinha na Monik. Talvez eles não tenham concordado, ou talvez o atacador estivesse exagerando na dose, assim...partiram pra briga. Um primeiro tiro pegou de raspão a mina, e o segundo, matou o piazão, que pelo histórico de amigos que andavam com ele, era maconheiro sim. Ainda dentro do morro, pensaram que desculpas iriam dar, e sem acordo, o atacador fugiu. Já no reconhecimento, a mina foi categorica, é ele!!! E esse ele é irmão de um...acredito eu delegado de S.J dos Pinhais, que está preso como estuprador desde então. Comendo o pão que o diabo amassou na cadeia, uma especie de movimentação externa a la prison break, resolveu arrumar um outro suspeito.
Que fique bem claro que em nenhum momento citei quem é o `atacador` da historia, mas que ele tem so parte da culpa tem.
- foto dos dois `atacadores` com o retrato falado...
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Sobre o diploma de jornalista...
Esse meu blog abandonado...mas vamu lá
Há dias que quero escrever sobre a exigência, ou a falta de exigência do diploma de jornalista. Sei que por votação, o STF decidiu que para atuar como jornalista, bem como outras profissões agregadas não é mais necessário fazer faculdade. Bom...faculdade abre a cabeça, e portas, mas realmente não ensina ser jornalista se a pessoa já não tiver pré disposição a escrever do jeitinho tradicional, ou a falar em tevê daquele jeitinho que todos falam, terminando a frase com força, entonação e se apresentando- aqui fala Ana Paula Palu para o jornal tal. Faculdade, se a pessoa se interessar, ensina muita coisa, faz o estudante fazer contatos e mostra que áreas ele pode seguir, visto que são muitas. Mas assim, se o que dá certo pode ser copiado, porque nao faze-lo? Uso como exemplo nossa meia-irmã publicidade: não tem piso, não tem teto. Mas também se neguinho se forma, e se sujeita a trampar por quinhentos pila o mes, facil facil ta empregado, se é bom, cresce rapidinho, já muda de agencia e quando vê, voi lá, tá escolhendo onde quer trabalhar e de quebra, quanto quer ganhar. O desemprego entre os recem-formados é bem menor. No jornalismo, a nova lei tende a beneficiar os bons. E a não deixar os ruins tão fortemente fazendo parte da massa freela, vulgo desempregado. Fora isso, podemos não ter mínimo, mas nosso minimo pode deixar de ser o maximo que vamos ganhar mesmo com dez anos de casa. Empresas que precisam de jornalistas contratam formados em letras, porque esses nao exigem 1900 pila por cinco horas diarias. Serio, a gente é muito mal visto fora das redacoes, em cargos de gestores, revisores, redatores...ninguem quer saber de jornalista, ou nao queria. To aqui na minha frente com um adesivo do sindicato, distribuido aos colegas que foram na manifestacao, e pergunta se vou usa-lo. Com certeza nao, mesmo porque quero algo pra mim tao mais amplo que o jornalismo, que nem regras, normas e diplomas podem assegurar. É algo que so depende de mim...
Há dias que quero escrever sobre a exigência, ou a falta de exigência do diploma de jornalista. Sei que por votação, o STF decidiu que para atuar como jornalista, bem como outras profissões agregadas não é mais necessário fazer faculdade. Bom...faculdade abre a cabeça, e portas, mas realmente não ensina ser jornalista se a pessoa já não tiver pré disposição a escrever do jeitinho tradicional, ou a falar em tevê daquele jeitinho que todos falam, terminando a frase com força, entonação e se apresentando- aqui fala Ana Paula Palu para o jornal tal. Faculdade, se a pessoa se interessar, ensina muita coisa, faz o estudante fazer contatos e mostra que áreas ele pode seguir, visto que são muitas. Mas assim, se o que dá certo pode ser copiado, porque nao faze-lo? Uso como exemplo nossa meia-irmã publicidade: não tem piso, não tem teto. Mas também se neguinho se forma, e se sujeita a trampar por quinhentos pila o mes, facil facil ta empregado, se é bom, cresce rapidinho, já muda de agencia e quando vê, voi lá, tá escolhendo onde quer trabalhar e de quebra, quanto quer ganhar. O desemprego entre os recem-formados é bem menor. No jornalismo, a nova lei tende a beneficiar os bons. E a não deixar os ruins tão fortemente fazendo parte da massa freela, vulgo desempregado. Fora isso, podemos não ter mínimo, mas nosso minimo pode deixar de ser o maximo que vamos ganhar mesmo com dez anos de casa. Empresas que precisam de jornalistas contratam formados em letras, porque esses nao exigem 1900 pila por cinco horas diarias. Serio, a gente é muito mal visto fora das redacoes, em cargos de gestores, revisores, redatores...ninguem quer saber de jornalista, ou nao queria. To aqui na minha frente com um adesivo do sindicato, distribuido aos colegas que foram na manifestacao, e pergunta se vou usa-lo. Com certeza nao, mesmo porque quero algo pra mim tao mais amplo que o jornalismo, que nem regras, normas e diplomas podem assegurar. É algo que so depende de mim...
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