sexta-feira, 6 de junho de 2008

Lost – a quarta temporada

Sempre que assisto a uma nova temporada de Lost, acabo achando que aquela foi a melhor. Mas essa quarta se superou. Os suspenses, a física, a química, o enredo dos personagens.

Foi uma quarta temporada angustiante. Primeiro porque teve intervalos de gravações e ficamos algumas semanas sem novos episódios. Depois pelo menor número de capítulos ou mais curtos sei lá. Fora as descobertas, os flashes, os TUDO!

Essa madruga assisti do oito ao quatorze. Para falar dos primeiros sete da temporada vou precisar puxar fundo da memória e cá entre nós ainda estou tentando lembrar o que comi no almoço...então vou englobar toda a temporada para redigir minhas palavras para os mais curiosos e viciados nessa série. Quem quiser esses capítulos, me pede no MSN e tal.

Bom...a quarta temporada é a época que eles : Kate, Jack, Hurley, Sayid, Sun, e não lembro mais quem sai da ilha. Eles mentem para familiares e para a imprensa que foram os únicos sobreviventes para que quem decidiu ficar, seja poupado. Claro que cada um com o tempo vai pirando e tal e aí que vem a essência da quinta temporada: a tentativa de voltar a ilha.

Lógico que não foi fácil sair, e nem foram resgatados pela tripulação do barco onde Michael era informante do Benjamin Linus, o chefão da ilha lembram? Quem acabou resgatando o grupo que escapou de um helicóptero em queda, a explosão do navio cargueiro e muitos tiros na ilha, foi a Penny mesmo, a paixão do Desmond.

E mais ou menos assim se sucedem os últimos capítulos da temporada de Lost. Entre brigas, encontros e desencontros dos personagens, uma operação cirúrgica no dr Jack, o aparecimento do pai dele e da Claire, para quem não lembra eles são irmãos por parte de pai, a mudança da ilha de lugar, realizada pelo Benjamin, o aparecimento de tantos personagens quanto as outras temporadas juntas.

Na real tem muita coisa pra contar...qualquer pergunta podem me fazer via comentário. Vai ser legal responder. Se você já assistiu, comenta que achou da temporada, curiosidade e algo que queira dividir com os demais meia duzia de leitores do meu blog. haha

O filme do livro - o Caçador de Pipas




Sempre que alguém me falava que tinha lido o livro de determinado filme ou vice-versa, comentava que um dos dois tinha sido uma porcaria, -e normalmente era o filme.

Nesta última semana li o Caçador de Pipas. Foram quatro dias de leitura intensa. E realmente é uma leitura gostosa. Daqueles romances que você tem a impressão que é real. Se envolve com a história e acaba aprendendo pra caramba. Aí terminado o livro, fui assistir ao filme. Claro que comparações são inevitáveis, então assisti ao filme inteiro reparando nas semelhanças e diferenças:

Como não poderia deixar de ser, o livro se prende bastante a detalhes dos acontecimentos e descrições das pessoas. Coisa que o filme não segue a risca.

Boa parte dos diálogos são idênticos.

Pontos-chave do livro são passados no filme em cenas rápidas. Seria preciso um seriado de 10 capítulos para contar a história como é contada no livro. Porém, o filme pulou pontos que eu considerei super relevantes na história.

Conclusão: O livro é ótimo. O filme também. Deve ser mais ainda para quem apenas assistiu.

Breve resumo da história
Caçador de Pipas conta a história de dois garotos que nascerem e cresceram em Cabul, lá pros lados do Paquistão. Um chama-se Amir e outro, que na real trabalha com criado da família, Hassan. Eles passam a infância juntos e sempre competem em algo que era tradição: a guerra de pipas com cerol. Hassan fazia de tudo por Amir e o adorava como se adora a deuses. Ele foi caçar a última pipa que restou no campeonato para Amir exibi-la como troféu ao pai. Os garotos mais velhos da rua, que mais tarde se tornaram líderes talibãs, o perseguiram e, - mudaram o rumo da amizade dos dois, que se separaram e seguiram cada um seu rumo. Muitos anos depois, Amir, que passou sua juventude nos Estados Unidos, voltou ao país, já em plena guerra, para se redimir de um erro do passado que o atormentou em toda sua vida.

Para ler: http://www.audiobook.com.br/audiolivro/pipas/player3.htm

Para assistir:



terça-feira, 3 de junho de 2008

Farmácias. Um ' bom' negócio em Curitiba

Primeiro o rolo da compra da curitibana Drogamed, que antes era Minerva (lembram?). Depois a proibição dos novos donos para com os antigos de montarem uma farmácia em 15 anos (e eles desobedeceram o acordo montando e fechando em um ano a Ultramed). Daí a falencia neste ano da Drogamed e a compra de boa parte das lojas pelo grupo Nissei.

Apesar de tudo isso, montar farmácia em Curitiba, principalmente dessas drugstore, que o que menos tem é remédio, parece um ótimo negócio, não é a toa que onde tem uma, tem quatro no mínimo.

E voltando a compra da falida Drogamed pelo grupo Maioka Comércio de Medicamentos...Eles não vão transformar as farmácias vizinhas em farmácias do mesmo nome, estão querendo um dejavú curitibano dando o nome de...tchan na na nannnn: Minerva!

Os velhinhos até estão dizendo, que saudades daquela época. Vamos lá e ver se dessa vez apareceu um novo Viagra. Heheh, maldades a parte, a primeira farmácia Minerva foi inaugurada na Praça Tiradentes, em Curitiba, em 1919. Só em 1979 surgiu a Drogamed.

Olha aí o histórico do Mercado de Drogas lícitas que copiei da Gazeta do Povo:

1998 – As farmácias Drogamed e Minerva se unem, formando a maior rede de farmácias do Paraná.

2000 – A rede Drogamed é adquirida pelo grupo chileno FASA, maior rede de varejo farmacêutico da América Latina.

2006 – A Drogamed é vendida e passa a ser controlada 100% pelo principal executivo da empresa, o diretor-presidente, Hugo Rodriguez.

2007- A empresa entra na justiça com pedido de recuperação judicial.

03 de maio de 2008- A falência da Drogamed é decretada.

21 de maio de 2008 - A Maioka Comércio de Medicamentos adquire os ativos, por R$ 8,5 milhões.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

A história do malabarismo

Os palhaços Sarrafo – do espetáculo Concerto em Ri Maior e Alípio do espetáculo Circo S/A, se reuniram para uma missão: Revelar ao público o Universo do Malabarismo. A peça 'Uma Boa Jogada' é um espetáculo circense teatral interativo, que propõe uma linguagem divertida para platéias de todas as idades. O espetáculo fica em cartaz no Teatro Regina Vogue (Av. Sete de Setembro, 2775 – Shopping Estação), de 7 a 21 de junho, todos os sábados às 18h30.

O espetáculo é baseado em uma vasta pesquisa de malabarismo e comicidade. Os palhaços-malabaristas-pesquisadores brincam com histórias, lendas, curiosidades, técnicas e mistérios da milenar arte do malabares.

Serviço
Espetáculo Uma Boa Jogada
Local: Teatro Regina Vogue (Av. Sete de Setembro, 2775 – Shopping Estação)
Data: de 7 a 21 de junho, aos sábados às 18h30
Ingresso: R$15 e R$7